BREAKING NEWS!!! 1st Global GPUPI 3x Cores é nosso!

Fala pessoal, tudo bom?

Faz tempo que não apareço com nada novo (e nem velho) aqui na página, então devo me justificar…
Não morri e nem menos abandonei a causa, apenas tive alguns problemas para lidar e a faculdade voltou, o que acabou por diminuir consideravelmente o tempo disponível para a página.😦

Mas enfim, vamos ao assunto desse tópico… I’M ALIVE!!! E É RECORDE MUNDIAL NO GPUPI 1B NA CATEGORIA 3x CORES! Isso mesmo pessoal, meu bom e velho X2 560BE que tantas alegrias já me deu continua firme, forte e quebrando recordes!

Hardware utilizado:

CPU: AMD Phenom II X2 560BE (unlocked para 3-cores: Cores 0,1,3)

MOBO: ASUS M4A78T-E

RAM: 2x2GB G.Skill PI 2200CL7

VGA: XFX 8400GS “toda remendada edition”

PSU: Antec Quattro 1200W

Algumas fotos da sessão:

Resultado:

1741485http://hwbot.org/submission/3383822_

De certo que esse CPU tem potencial para fazer mais estrago mas isso ficará para uma próxima oportunidade pois o LN2 acabou… Se vem mais recorde por ai eu não sei, mas podem ter certeza que vou tentar assim que conseguir encher meu dewar novamente!

Cheapaz Chips e GeForce GT710: Uma competição de overclocking de baixo custo!

Fala pessoal, tudo bom?

Por várias oportunidades diferentes escrevi aqui nessa página sobre overclock em VGA low-end. Aos que acompanham a página já sabem que gosto dessas plaquinhas pois as vejo como “diversão barata” e isso sempre é bem-vindo mas faltava uma competição usando esse tipo de cacareco, vejam bem, faltava pois agora temos a Cheapaz Chips, que é uma competição organizada pela comunidade no HWBOT e que explora essas plaquinhas low-end.

Nessa primeira temporada a VGA escolhida foi a GT710 e nesse post irei descrever a minha participação na competição.🙂
Cheapazchips-Wallpaper-1920x1080Vamos falar da GT710 escolhida, acabei me decidindo pela placa da ASUS pois por incrível que pareça foi a mais barata que encontrei a venda no Brasil (R$170~R$190). Outra aparente vantagem dessa placa e que mostrarei com mais detalhes é o fato do fabricante ter optado por memórias 933MHz padrão, algo que muito provavelmente deve se traduzir em clocks mais altos e portanto resultados mais competitivos nos benchmarks, já que como bem sabemos, essas plaquinhas low-end geralmente são bastante limitadas pela pouca banda de memória disponível.

A caixa é até que bem ajeitadinha e segue o mesmo padrão usado pela ASUS nas VGAs dessa mesma série o que acabou por me trazer boas lembranças pois parece uma versão miniatura da caixa da fantástica GTX780 DCUII que tive oportunidade fazer o review alguns anos atrás.🙂

Sobre a placa em si, é a menor VGA que eu já vi na vida! O pcb dessa placa é mais curto que o slot PCI-E 16X e isso foi possível por conta do GK208 estar limitado a PCI-E 8X e a ASUS ter se aproveitado disso para projetar o pcb nos mesmos moldes da placa de referência, ou seja, o mais compacto possível. Outros fabricantes como Galax, MSI e Zotac fizeram GT710 usando o slot 16X todo, entretanto devo destacar que isso não trás vantagem alguma de performance devido a limitação dos 8X ser do GPU.

Como pode-se ver na foto da parte de trás da placa, remover o dissipador original acarreta em violação da garantia já que temos um lacre em um dos parafusos, o que é algo bem chato e que para a tristeza do pessoal do water cooler infelizmente parece ser um procedimento de praxe para alguns fabricantes. Não vem ao caso dar o caminho das pedras aqui mas digo-lhes que com alguma criatividade é perfeitamente possível remover esse parafuso sem zoar o lacre, mantendo assim a garantia da placa intacta no caso de uma simples troca do sistema de refrigeração da placa. Caso isso não seja uma opção, sugiro que procurem por fabricantes que não tem essa política de garantia tosca e que permitam a troca do cooler padrão sem nenhuma implicação negativa.

De acordo com a nomenclatura usada pela nVidia para designar o seus GPUs, o GK208 é o menor die (87mm²) usando a arquitetura Kepler 2.0, possui um TDP de apenas 19W, 1 SMX (192 Shaders), 16 TMU e 8 ROPs. Infelizmente por ser da arquitetura Kepler, esse GPU não apresenta tecnologias como compressão de textura para otimizar o uso da banda de memória, algo que definitivamente viria bem a calhar em um GPU com barramento 64-bits DDR3 @ 800MHz, resultando em apáticos 14.4GB/s.

IMG_0652As memórias empregadas pela ASUS são Nanya “binadas” para rodar 933MHz de fábrica (sufixo -EK, link para o datasheet) e isso é algo muito bom pois provavelmente essas memórias devem ter uma margem maior para OC que os chips 800MHz utilizados por outros fabricantes. Evidentemente que como estamos falando de overclock nada é garantido, mas devemos considerar que estou trabalhando com um número limitado de amostras (duas placas) e sendo assim é bastante lógico partir para o produto que “estatisticamente” tem a maior chance de apresentar os resultados esperados.😉 IMG_0644Tanto o VRM do GPU/RAM são de uma fase, o que é meio que o padrão para essas plaquinhas de TDP baixo. Na real, o que manda são os componentes adotados e nesse ponto a ASUS felizmente não economizou e tratou de usar exatamente os mesmos mosfets (UBIQ M3054 e M3056, infelizmente não achei os datasheets), indutor e capacitores utilizados em placas como a GTX970 e RX470, o que torna dispensável o uso de circuitos de alimentação externos tais como o eVGA ePower ou o nosso homemade da IBM.

O controlador PWM adotado é o uP1541R, no qual pode-se encontrar alguns detalhes tais como pin-out nesse link.

IMG_0647

Abaixo fiz um esquemático dos VMODs para essa GT710, agradecimentos especiais ao Newlife, que compartilhou o vmod para as memórias no fórum do HWBOT. Os vmods são de facil execução (FB to GND) e não oferecem maiores desafios, isso partindo do pressuposto que a pessoa tenha algum treino ou destreza com o ferro de solda.🙂

vmodAbaixo uma galeria da placa nº2 pronta para rodar benchmarks:

Um detalhe que não poderia deixar passar em branco é com relação ao padrão da furação do dissipador, que é um tanto diferente daquilo que estamos acostumados a ver nas VGAs por ai… Essas GT710 com pcb “super curto” usa uma furação em padrão retangular com distâncias maiores (algo como ~70mm x ~48mm) que aquelas usadas nas GTX460/560, o que implica na inexistência de um bracket adequado para usar o TEK-9 com essa placa. Sendo assim, vislumbro duas soluções possíveis:

  1. Fabricar um bracket compatível.
  2. Desenvolvimento de uma avançada solução técnica orientada a condições financeiras precárias para resolver o problema, no popular, a boa e velha gambiarra!😀

A princípio a idéia era resolver isso usando a primeira solução e inclusive cheguei a projetar o bracket da imagem abaixo, só que por uma questão de custos acabei deixando isso de lado… Caso alguém venha a se interessar pelo bracket, eis o link para baixar o arquivo .skp (SketchUp), tenha em mente que não fabriquei esse bracket e que obviamente trata-se de algo não testado.

gt710_bracket_r2Sendo assim, tratei de implementar a solução nº2 com o que tinha disponível por aqui e bom, acho que nesse caso imagens valem mais do que palavras:

Grampo C, “Sargento” ou seja lá como chamam essa maravilhosa ferramenta em sua região, mas o que posso garantir é que funcionou perfeitamente e que mesmo que tivesse que comprar um monstrinho desses ainda sim sairia mais barato que fabricar o bracket.😉

Configurações utilizadas e resultados:

CPU: Intel i7 4770K

MOBO: ASUS Maximus VI Impact

RAM: 2x2GB G.Skill PI 2200CL7

VGA: ASUS GeForce GT710 1GB

PSU: Antec Quattro 1200W

Bancada GIGABYTE

Para resultados no ar: Prolimatech Megahalems Black + Swiftech Helix no CPU e Dissipador stock + fan Akasa 80mm na VGA

Para resultados no DICE: SF3D Inflection Point + K|ngp|n TEK-9 FAT

Como disse anteriormente, testei duas amostras diferentes mas isso não foi assim de caso pensado e sim porque a placa #1 morreu de forma silenciosa após a primeira sessão no DICE e isso acabou me forçando a ir atrás de uma segunda placa, então esses resultados no ar e da primeira sessão de OC Extremo foram obtidos com a placa #1 com vmod apenas no GPU pois o mod da memória ainda não havia sido compartilhado.

Então vamos aos testes no ar!

IMG_0657O GPU #1 tinha ASIC de 62% e pelo que testei rapidamente no 3dmark11 o clock do GPU escalou mais ou menos como o descrito abaixo:

1350 1.175V

1400 1.25V (provavelmente deve ir com menos)

1450 1.35V

1500 1.4V+ (da artefato de monte, mas rodou)

As memórias dessa placa ficaram na faixa dos 1125~1150MHz dependendo do benchmark, o que não é nada mal se considerarmos que estava rodando com tensão padrão nas memórias.

Para essa primeira temporada da Cheapaz Chips os benchmarks escolhidos foram o 3DMark01, Catzilla 576p e GPUPI e se me perguntarem o que achei disto, diria que foram boas escolhas por conta de suas características bem distintas, explico:

Enquanto que com o GPUPI 1B pouco importa o clock da memória da VGA e do CPU (nesse caso) pois o negócio ai é simplesmente lutar pelo clock mais alto possível no GPU, o Catzilla é um benchmark bem mais “generalista” que depende de algumas coisas tais como rodar com o driver de som instalado, ramdisk e tweaks como LOD. Por fim, o 3dmark01 é um benchmark clássico e um dos meus favoritos pois depende de uma infinidade de tweaks (até a ordem que se roda os GTs influencia, mais informações nesse tópico) para se obter um bom resultado.

Abaixo os resultados obtidos com refrigeração a ar:

3DMark01: http://hwbot.org/submission/3281352

Catzilla 576p: http://hwbot.org/submission/3280669

GPUPI 1B: http://hwbot.org/submission/3279102

É evidente que não iria conseguir ir muito longe apenas com refrigeração a ar então tratei de “enjambrar” o TEK-9 na placa e partiu gelo seco! Isolei a placa com duas demãos de esmalte de unha, o que foi o suficiente para proteger a placa da condensação e garantir o funcionamento dessa VGA durante as pouco mais de 3h seguidas rodando @ -65ºC.

Um receio que tinha era com relação a problemas com cb/cbb, afinal de contas alguns competidores usando placas da MSI estavam relatando problemas na faixa dos -50ºC mas felizmente a GT710 da ASUS não apresentou nenhuma anomalia de funcionamento por causa do frio, pelo contrário, acabei ganhando até uns precisos MHz a mais nas memórias.🙂

Para os resultados abaixo, foi usado refrigeração a ar no CPU (foi um erro, deveria ter ido pro “all in” logo de cara e congelado o CPU também) com o VGPU entre 1.75V~1.8V.

Resultados:

3DMark01: http://hwbot.org/submission/3286297_

Catzilla 576p: http://hwbot.org/submission/3286296_

GPUPI 1B: http://hwbot.org/submission/3286298_

Após uma sessão de OC Extremo a boa prudência nos ensina que devemos dar clearcmos na mobo e maximizar os VRs nos vmods, tudo isso para se evitar prejuízos, mas quando algo é para acontecer, saibam que acontece mesmo! Após desmontar a placa com todo o cuidado, secar e montar o dissipador original, ela nunca mais deu vídeo… RIP GT710, primeira placa apitou na curva.😦

Não poderia desistir da competição nesse ponto, simplesmente estava motivado demais para isso e então veio a GT710 #2, do mesmo modelo da primeira. O ASIC do GPU dessa segunda placa era de 62.1%.

Agora era hora da segunda e (infelizmente) ultima sessão de benchmarks que faria para essa competição, novamente consegui o melhor dessa placa com cerca de 1.75V no GPU e como o mod das memórias ainda não tinha sido compartilhado, foi com tensão padrão de novo.

Essa segunda placa foi um tanto melhor que a primeira placa tanto no GPU quanto nas memórias! Com relação ao CPU, antes que alguém resolva zoar, esse foi o pior i7 4770K que eu já tive oportunidade de usar em toda minha vida… Ô troço ruim que é a falta de sorte com certos CPUs!😛

3DMark01: http://hwbot.org/submission/3291578_noms_3dmark2001_se_geforce_gt_710_(gk208)_62614_marks

Catzilla 576p: http://hwbot.org/submission/3291593_noms_catzilla___576p_geforce_gt_710_(gk208)_3973_marks

GPUPI 1B: http://hwbot.org/submission/3291596_noms_gpupi___1b_geforce_gt_710_(gk208)_5min_56sec_741ms

Ao contrário da placa #1, a segunda sobreviveu a sessão de overclock e o Newlife tinha acabado de compartilhar o mod para as memórias… So far so good, fiz o mod e com isso consegui completar o Catzilla com as memórias @ 1250 no ar!

Até ai estava muito confiante de que poderia terminar essa competição no Top-5 e logo iria congelar tudo novamente e assim o fiz, só que quando algo não é pra ser, realmente não o é! Sabem o que aconteceu? Essa sessão foi um fracasso retumbante! Digo, começou tudo muito bem e consegui passar a primeira parte do Catzilla com a placa rodando @ 1860/1260 sem o menor sinal de artefatos na tela, ou seja, teria margem para subir mais não fosse um travamento no Physics Test e um CPU morto para acabar com a brincadeira e como se não bastasse isso, resolvi desmontar tudo e colocar o G3258 para tentar salvar alguma coisa dessa sessão e acabei descobrindo que a VGA não dava mais vídeo, é amigos, GAME OVER.😦leaderboard

Como podem ver, no final terminei a competição em 7º lugar e que apesar das muitas baixas e recursos limitados, digo que foi uma ótima competição! Enquanto consegui lutar, lutei, e por isso digo que valeu a pena. Encerro aqui esse post e que venha a segunda temporada!🙂

 

 

Kingpincooling TEK-9 FAT e primeiros resultados!

Fala galera, tudo jóia?

Uns tempos atrás postei sobre o pot de VGA que havia adquirido, bom, demorou um pouco mas ele chegou… E chegou algo melhor do que o esperado!🙂
Havia escrito que viria o pot fabricado pelo Ryba mas estava enganado, esse pot já tinha sido comprado por outro amigo então o que veio pra mim foi um TEK-9 FAT, o que é excelente pois apesar do pot do Ryba também ser ótimo, K|ngp|n é K|ngp|n.

A base do pot é de cobre niquelado e o “corpo” preto é de alumínio anodizado. No “corpo” do pot temos tanto a arma que doou seu nome ao pot quanto um KINGPINCOOLING “tatuados” no alumínio… É de fato uma peça muito bonita e bem acabada, confesso que chega a dar até uma pontinha de remorso de saber que isso vai ficar escondido pelas camadas da manta térmica de isolamento.😦

Abaixo uma foto com as peças do kit de montagem, as peças são de alumínio e houve o cuidado de enviar um parafuso/porca sobressalente já prevendo possíveis descuidos.

Aqui simplesmente não existe comparação com o antigo pot da Koolance que tenho, o projeto do K|ngp|n está a alguns anos-luz de distância em termos de qualidade e facilidade de uso… Vejam que existe espaço até pra passar o fio do termopar pelo bracket enquanto o Koolance não tem nem sequer furação para o termopar na base do pot, algo que seria básico nesse esporte.

IMG_0612Como pode-se ver, contato muito bom com o GPU portanto sem necessidade de ficar fazendo gambiarra com shim de cobre ou coisas do tipo… Santo ressalto na base, Batman!🙂

IMG_0582Para isolamento do pot fiz basicamente o mesmo procedimento que o Paulo (pxhx) mostra no vídeo abaixo e inclusive usei a mesma manta térmica que ele! Como eu provavelmente devo ter reprovado em “Trabalhos Manuais I” no jardim da infância, prefiro deixar a cargo do vídeo explicar e mostrar direito como se faz.

Para estrear o TEK-9 decidi por usar minha velha Radeon X1800GTO, motivos?
1) Essa placa apesar de ser muito antiga (2004) funciona muito bem para OC Extremo, a propósito, a maior parte das ATI/AMD mais antigas são fantásticas para esse propósito e com a vantagem de serem mais desvalorizadas que as nVidia… Sabem o que isso significa nesse caso? “Red Team” = diversão barata.😉

2) Meu 4770K morreu então só me resta usar o G3258 enquanto o primeiro não volta do RMA e obviamente isso é um problema com qualquer VGA um pouco mais moderna em benchmarks mais recentes.

Com relação ao isolamento da VGA, usei borracha limpa tipo e esmalte de unha nos componentes smd no encapsulamento do GPU, ou seja, sem segredos aqui.

Configuração utilizada e resultados:

IMG_0583CPU: Intel Pentium G3258

MOBO: ASUS Maximus VI Impact

RAM: 2x2GB G.Skill PI 2200CL7

VGA: ATI Radeon X1800GTO

PSU: Antec Quattro 1200W

Bancada GIGABYTE – Prolimatech Megahalems Black + Swiftech Helix no CPU e KPC TEK-9 FAT na VGA

Pelas fotos acima, alguns devem ter notado que não foi feito nenhum mod na X1800GTO e é assim pois essa placa permite ajustar as tensões de GPU e RAM por software, cortesia do controlador PWM digital da Volterra que era o melhor que existia na época apesar de algumas desvantagens (para o projetista) como ficar preso a apenas um tipo de indutor/mosfet e uma certa complexidade por ser uma solução que usa vários chips e trabalha em frequências elevadas, o que implica na necessidade de dissipadores mais robustos para o VRM.
Enfim, como pode-se ver na galeria abaixo, o ATI Tools permite o ajuste das tensões com um limite alto o suficiente (1.575V GPU / 2.6V RAM) para essa placa, o que foi o suficiente para chegar nos 864MHz no GPU, limitados apenas pela bios da placa (aquela questão do divisor do PLL que comentei nesse post).

Vamos aos resultados!

 

Aquamark: http://hwbot.org/submission/3269320_

3DMark01: http://hwbot.org/submission/3269321_

3DMark03: http://hwbot.org/submission/3269317_

3DMark05: http://hwbot.org/submission/3269319_

Superando as minhas próprias expectativas, consegui um ouro no 3dmark03 e prata nos demais benchmarks! Acabei ficando limitado pelo CPU cotoco rodando @ 4.7GHz, o que é uma pena pois não tenho dúvidas de que seria possível dominar esses ranking com um pouco mais de clock nesse G3258.
Para rodar esses clocks no GPU/RAM foram necessários 1.525V / 2.4V respectivamente. Houve um ganho de clock considerável nas memórias com relação ao teste que tinha feito anteriormente com o pot da Koolance e isso ocorreu devido ao fato de boa parte dessas memórias usadas em VGAs reagirem mal a temperaturas negativas e subirem menos o clock com temperaturas mais baixas.
Em termos práticos, no pot do K|ngp|n o corpo do pot não fica em contato com o pcb (e de tacada com as memórias) devido a base ter aquele ressalto que mostrei nas fotos no começo do post enquanto que o Koolance por não apresentar esse ressalto acaba encostando no pcb e gelando mais do que deveria coisas que não poderiam ser congeladas… Lembrando também que no LN2 e rodando por períodos prolongados você invariavelmente vai ter problemas com a temperatura das memórias e vai ter que se virar nos 30 para contornar isso ou ter sorte de ter uma VGA equipada com memórias que não apresentem esse comportamento.🙂

Como sei que para muitos o negócio são só as fotos com tudo congelado, segue abaixo uma pequena galeria:

Apenas concluindo, as vezes não conseguimos expressar bem por palavras aquilo que sentimos/pensamos mas as vezes apenas a expressão facial já basta para deixar as coisas bem claras, sendo assim, vou encerrar esse post com a foto abaixo e que pra mim já basta para concluir o assunto. Apenas um adendo, em breve mais VGAs serão devidamente congeladas então fiquem ligados.😉

IMG_0599

[OCPNews] Algumas VGAs novas para competir | Novo POT para GPU | Andamento do projeto dos Peltier

Fala pessoal, tudo bom?

*Great News!!! That’s the Dacia Sand… Depois de um mês sumido e sem dar notícias por uma série de motivos enfim trago boas novas, eis aqui algumas coisas que estive aprontando e que irei mostrar em mais detalhes em breve. 🙂

VGAs novas para competir!

Como os senhores(as) bem sabem, o pessoal do HWBOT está preparando uma nova revisão do sistema de pontuação e com isso devem mudar muitas coisas nos glpoints, hwpoints,  serão introduzidos os chamados “system points” e além disso corrigir alguns problemas que certos benchmarks *cough XTU *cough vem causando no sistema atual. Pretendo escrever alguma coisa sobre essa revisão nova quando ela se tornar oficial, por ora quem quiser ver como está ficando as coisas basta entrar no server UAT do HWBOT para saber a quantas anda o desenvolvimento.

Mas o que isso tem a ver com as VGAs? Bom, com essa revisão nova pretendo voltar a competir pra valer por posições no ranking e pra isso preciso de alguns reforços! Na foto abaixo temos respectivamente XFX 7850, GTX285 e 5770 Hawk, todas devidamente preparadas para serem congeladas e se tudo sair conforme o planejado, produzirem toneladas de pontos. Pretendo escrever posts detalhando os mods e resultados obtidos com cada uma dessas placas, então fiquem ligados.🙂

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Pot de VGA vindo ai…

O pessoal que acompanha a página a um bom tempo já deve saber que tenho um pot de VGA slim da Koolance na qual passo longe de morrer de amores, motivos para isso não faltam e vão desde o sistema de montagem ridículo (e frágil), base reta sem ressalto sendo necessário o uso de um shim pro pot fazer contato com o GPU e ainda tem o “problema” dele ser slim e isso ser um saco pra quem vai usar com gelo seco que nem eu. Enfim, cansei desse pot e decidi que precisava de algo melhor quando fui congelar uma placa com ele e me aconteceu isso na hora da montagem:

IMG_0223
O escolhido foi o pot fat que era fabricado pelo Ryba, como pode-se ver na foto abaixo (e que não é de minha autoria já que o pot ainda não chegou) é um monstrinho beeeem mais robusto que o Koolance e sem as falhas de projeto bizarras deste.🙂

godet_fat_ryba_2http://www.overclex.net/news/labo-godet-gpu-fat-by-ryba/

Um pequeno update no projeto dos peltiers…

Para quem ainda não viu do que se trata o tal projeto, segue o link para o post introdutório:

https://theoverclockingpage.wordpress.com/2016/04/28/projeto-de-refrigeracao-de-cpugpu-com-peltier-o-inicio/

De novidade tenho que o cobre comprado e os peltiers que chegaram e estão aguardando retirada nos correios.
Sobre os blocos, agora é só mandar o cobre para a usinagem que a parte mecânica estará pronta!!! Em breve postarei algo mais detalhado de como isso dai vai ficar.🙂

IMG_0537

Até a próxima!

*Para quem não pegou a referência no começo do post:

Projeto de refrigeração de CPU/GPU com Peltier – O Início

Fala galera,

Finalmente a faculdade (Curso? Eng. Elétrica) está chegando ao fim e com isso vem o famoso e “temido” TG ou trabalho de graduação! No meu caso esse TG significa elaborar algum “projeto de engenharia” para posteriormente apresentar e provar que a coisa funciona… Já com relação a parte do “temido”, sinceramente não considero isso assim pois preferiria desenvolver n! projetos como esse (ou até mais complexos, porque não?) do que fazer mil provas que honestamente não provam absolutamente nada e no meu caso não também agregam nada além de stress..:/

Enfim, devo dizer que essa é a oportunidade perfeita para tirar do papel algo que vinha idealizando a anos mas que nunca tive coragem ou incentivo para transformar em realidade, que é montar algo mais elaborado com elemento peltier para refrigerar CPUs/GPUs. Então é isso mesmo meus caros, meu projeto de conclusão de curso é de alguma forma relacionado a hardware/overclock e portanto irei postar o worklog por aqui!😀

Sobre as pastilhas termoelétricas (também conhecido por TEC ou só Peltier mesmo), elas tem como princípio de funcionamento o efeito Peltier, cuja idéia baseia-se na produção de um delta de temperatura entre duas junções de semicondutores de materiais diferentes quando aplicado uma tensão elétrica em um circuito fechado.

Abaixo temos uma ilustração que representa uma típica pastilha de Peltier. Ela contem uma série de elementos semicondutores do tipo-p e tipo-n, agrupados em pares e que agirão como condutores dissimilares.

fig2Essa série de elementos é soldada entre duas placas cerâmicas que eletricamente estão em série e termicamente em paralelo. Quando uma corrente contínua (DC) passa por um ou mais pares desses elementos, há uma redução na temperatura da junta (“lado frio”) resultando em uma absorção do calor do ambiente. Este calor é transferido pela pastilha por transporte de elétrons e emitido no outro lado (“quente”) via elétrons que movem de um estado alto para um estado baixo. A capacidade de bombeamento de calor de um resfriador é proporcional à corrente e o número de pares de elementos tipo-n e tipo-p.

Em termos mais simples, fisicamente (refiro-me a termodinâmica) uma pastilha peltier funciona igual a geladeira que todo mundo tem em casa, só que ao invés de usar um motor para realizar trabalho e “movimentar” o calor do interior da geladeira pro lado de fora, ela se usa de elementos semicondutores pra isso e manda o calor para ser dissipado do outro lado da pastilha.

refrigerador_2Apesar dessa não ser nem de longe a primeira vez que mexo com peltier, só agora que pretendo empregar essas pastilhas de forma inteligente, digo, não que das outras vezes as coisas tenham dado errado ou qualquer coisa do tipo mas me limitei a fazer qualquer gambiarra pra refrigerar o lado quente da pastilha e liguei direto no +12V sem me preocupar com nada além disso. Caso alguém se interesse pelas gambiarras, postei algo sobre a adaptação grosseira  de uma pastilha xingling de potência baixa estimada em uma VGA antiga aqui no site e tem alguns resultados meus no HWBOT, como esse Pi 1M no Celeron 430 e esse Pi 1M no Celeron G470. Abaixo coloquei uma galeria com fotos desses “recursos técnicos avançados orientados a condições financeiras precárias” usando peltier que montei até hoje.🙂

O TG é algo muito mais ambicioso do que essas coisas que fiz acima pois pretendo usar 2 pastilhas TEC-12726 “sanduichadas” em um bloco de cobre pensado especialmente para esse propósito, além disso, também faz parte do projeto um sistema de controle que pega parâmetros como umidade, temperatura ambiente, temperatura da cold-plate e que deve usar esses dados para regular o ciclo de trabalho das pastilhas para evitar a condensação e também um conversor DC-DC que será projetado para suportar correntes acima de 50A e alimentar as pastilhas, algo considerável se me perguntarem o que eu acho.🙂

Abaixo fiz um diagrama de blocos para resumir do que se trata o projeto e que provavelmente é uma das poucas coisas que já estão escritas em pedra nesse trabalho.

diagrama_tg2

E por enquanto é só pessoal! Para o próximo post espero trazer mais novidades com relação a parte mais mecânica do projeto, que são a hot-plate e cold-plate em cobre. Até a próxima!

[Review] GIGABYTE GA-Z97X-SLI

Fala galera, tudo jóia?

Esse é o primeiro review que publico aqui na OCP mas não é o primeiro review que faço! Para os que não conhecem meu trabalho como reviewer, logo na página inicial do site tem o link para o OverBR com quase tudo que já fiz.🙂

Então vamos ao que interessa, nesse review vou analisar a GIGABYTE Z97X-SLI que ganhei de prêmio de 3º lugar no HWBOT World Tour 2016. Trata-se de uma placa LGA1150 Full-ATX focada naquele mercado “CxB” que procura oferecer o máximo de recursos possíveis pelo menor preço. Essa mobo usa o chipset Z97 o que significa que temos a disposição coisas como suporte a Multi-GPU (Crossfire e SLI) em 8x/8x, conector para SSD’s M.2, SATA Express e o que mais nos interessa que é capacidade de overclock!😀

Abaixo as fotos da caixa da placa, na parte de trás temos uma foto da placa-mãe e um resumo de todos os seus recursos.

O bundle de acessórios da GA-Z97X-SLI é compostos dos seguintes itens:

IMG_06071x Manual

1x Espelho I/O

1x DVD de instalação

2x Cabos SATA 6Gbps

1x Ponte SLI

1x Adesivo GIGABYTE

Trata-se de um pacote um tanto quanto “pelado” mas dentro do esperado para uma placa dessa categoria. É claro que poderiam vir mais cabos SATA no kit, tendo em vista que muita gente usa vários HDs/SSDs hoje em dia e a placa permite a conexão de até 6 dispositivos SATA, no entanto, essa “generosidade” certamente teria um custo que viria a ser refletido no preço final do produto sendo isso um problema para uma placa focada em custo-benefício, afinal, nem todo mundo está disposto a pagar mais por uns cabos a mais.

Apresentado caixa e bundle, chegou a hora de mostrar o hardware em si…

 

IMG_0587

… E para a GA-Z97X-SLI, a GIGABYTE optou por um pcb “quase preto” e dissipadores vermelhos. Sobre o layout da placa, é algo bem pensado e não apresenta nenhuma falha grave no que diz respeito ao posicionamento dos componentes. Não existem botões on/off e reset na placa mas também nenhum outro concorrente de mesma faixa de preço oferece esse recurso, então podemos dizer que é compreensível sua falta.

Sobre os slots de expansão temos: 2 Slot PCI-E 16X 3.0 (8x-8X com Multi GPU), 3 PCI-E 1X e 2 PCI 32-bits. Com esse layout é possível fazer combinações de VGA’s com coolers triple-slot sem problemas com obstrução de portas SATA ou outros componentes importantes, o que é algo muito bom do ponto de vista do layout.

IMG_0589

Com relação aos SATA’s, a Z97X-SLI oferece uma porta SATA Express, que pode ser usada como 2 portas SATA 6Gbps comuns e outras 4 portas também de 6Gbps sendo todas gerenciadas pelo chipset Z97 e dispostas na lateral da placa.

IMG_0588

A GA-Z97X-SLI também oferece suporte a SSD’s padrão M.2, que é o sucessor do mSATA. Ele oferece até 10Gb/s de largura de banda e basicamente é uma implementação mais compacta do SATA Express. IMG_0629

O codec de som utilizado é o Realtek ALC1150, ele conta com SNR de 115dBpara os DACs e 104dB SNR para os ADC’s, além de possuir suporte a sistemas de som 7.1. Como será mostrado um pouco adiante, todos as 6 entradas/saidas de áudio estão presentes no painel traseiro dessa placa-mãe.

A GIGABYTE “instalou” o circuito de som em uma camada do pcb separada do resto da placa sendo que o objetivo disso é diminuir possíveis interferências no áudio, melhorando a qualidade do som.
  IMG_0590

No painel traseiro, a GA-Z97X-SLI oferece 6 USB’s (sendo 4 USB 3.0 e 2 USB 2.0),  saídas de vídeo em diferentes padrões (o que garante que é possível usar desde um velho monitor CRT ou até mesmo uma moderna TV LCD  em conjunto com o IGP), 1x LAN Gigabit e painel de som completo (6 jacks).

  • 1 x PS/2 keyboard/mouse port
  • 1 x D-Sub port
  • 1 x DVI-D port
  • 1 x HDMI port
  • 4 x USB 3.0/2.0 ports
  • 2 x USB 2.0/1.1 ports
  • 1 x RJ-45 port
  • 6 x audio jacks (Center/Subwoofer Speaker Out, Rear Speaker Out, Side Speaker Out, Line In, Line Out, Mic In)

IMG_0593

Sobre os dissipadores utilizados na GA-Z97X-SLI, são peças simples de alumínio que são presas por meio de presilhas plasticas com mola. Uma curiosidade sobre os dissipadores usados no VRM, é que tratam-se de peças “gêmeas” e que qualquer semelhança com os dissipadores utilizados na GA-Z97-D3H não é mera coincidência! Os dissipadores são absolutamente iguais mudando apenas a cor… Aquela boa e velha economia de escala, manja?🙂

De qualquer modo, essas peças se mostraram suficientes e não notamos aquecimento excessivo no VRM/Chipset durante os testes.

O VRM da GA-Z97X-SLI é um design simples com 4 fases e 3 mosfets low-RDS por fase, o controlador PWM utilizado é o ISL95820 e os mosfets utilizados são os Vishay SiRA12DP PowerPAK SO-8 MOSFET. Basicamente é o mesmo design utilizado na GA-Z97-D3H e que foi extensamente “torturado” por mim só que usando apenas um G3258.

 

Feitas as apresentações do hardware vamos ao software que é o GIGABYTE TweakLauncher. Ele permite alterar rapidamente praticamente todas as tensões relevantes para overclock,
multiplicadores do CPU/Uncore e BCLK além de permitir definir hotkeys (atalhos) e o que significa que com ele é possível alterar os clocks do CPU “on-the-fly” durante um benchmark.

tweakLauncher

Caso alguém tenha interesse, segue o link para as especificações da placa no site do fabricante: http://br.gigabyte.com/products/product-page.aspx?pid=5362#sp

Hardware/Software utilizado e objetivo dos testes:

IMG_0672CPU: Intel Core i7 4770K

MOBO: GIGABYTE Z97X-SLI

RAM: 2x2GB GSkill PI 2200CL7

VGA: Zogis 8600GT GDDR2

REFRIGERAÇÃO: SF3D Inflection Point + 1,5kg de gelo seco + Prolimatech Megahalems Black

Software utilizado: Windows 7 x64 SP1, Cinebench R11.5, Cinebench R15, HWBOT Prime, Geekbench x64 e 3DMark03

O objetivo dos testes é simplesmente ver se a Z97X-SLI é capaz de segurar bem o rojão com overclock extremo e se é uma alternativa válida de placa para benchmark sem (supostamente) gastar
horrores para isso.

Preparação e resultados:
Antes de começar com os testes com OC Extremo rodei alguns testes rápidos no IGP do 4770K usando meu bom e velho Prolimatech Megahalems apenas pra ver se o VRM de 4 fases iria dar conta de maiores abusos no IGP do 4770K e como pode-se ver, o resultado foi positivo apesar de não ter sido nada estelar.

igp_3dm03http://hwbot.org/submission/3120106_noms_3dmark03_hd_graphics_4600_31829_marks

Sobre overclock nas memórias, os perfis de fabrica funcionaram perfeitamente na Z97X-SLI e me pouparam um tempo valioso na hora de ajustar as memórias para rodar os benchmarks, só que infelizmente não consegui rodar as minhas PSC com clock muito acima dos 2400MHz, independente das latências setadas.

A respeito da preparação da placa para a sessão de benchmarks, aquele vídeo sobre isolamento de placa-mãe para OC Extremo que publiquei uns dias atrás já diz tudo o que precisava ser dito aqui, alias, a idéia original era soltar o vídeo junto do review, o que acabou não dando certo… Então para quem ainda não viu, segue o vídeo e vamos aos resultados.🙂

O foco foi nos benchmarks 2D multithread por serem bem exigentes, afinal de contas, usam todas threads disponíveis e forçam mais o VRM da mobo. Evidentemente que não posso afirmar muita coisa em relação ao uso prolongado com overclock forte e a durabilidade da placa nessas condições, mas a verdade é que mesmo com apenas 4 fases essa placa levou bem o 4770K com OC Extremo e foi capaz de atingir algumas marcas respeitáveis tipo os 5.8GHz no HWBOT Prime.

Conclusão:

A GIGABYTE GA-Z97X-SLI se saiu muito bem nos testes, resistindo bem a sessão de OC Extremo com o 4770K e garantindo alguns resultados dignos de respeito. Em relação a Z97-D3H que usava anteriormente, essa placa é bem mais “dócil” no que diz respeito aos ajustes de memória, sendo uma tarefa bem mais simples de ajustar as GSkill PI para conseguir resultados razoáveis na Z97X-SLI.

Sobre o “feature set” dela, é um tanto parecido com o da Z97-D3H que usava anteriormente só que adicionado o suporte a SLI, ou seja, é uma placa com suporte a tecnologias atuais (SATA Express e SSD’s M.2 por exemplo), um bom pacote de software, UEFI muito parecida com aquela encontrada em modelos mais caros e um layout decente.

O problema é que essa placa-mãe deveria ser de baixo-custo só que não é… Deveria? É pois é, lá fora ela custa cerca de $109 (newegg) e aqui no Brasil pode ser encontrada pela bagatela de cerca de R$900! Tudo bem que podemos creditar isso ao atuais desarranjos econômicos que o país está passando tal qual a alta do dolar, mas ainda sim, são R$900 por uma placa que apesar de competente tem foco em entregar mais por menos!

Em suma, do ponto de vista do hardware posso tranquilamente recomendar a GA-Z97X-SLI, agora fica difícil quando o fator “preço” entra na equação… Se procurarem um pouco vão ver que não é difícil encontrar placas Z97 de outros fabricantes com “feature set” similar sendo vendidas por preços um tanto menores que os dessa GIGABYTE. Alias, a essa altura do campeonato recomendo é que vejam a plataforma atual (Z170) ao invés da Z97 caso forem montar uma máquina do zero pois certamente vale mais a pena (motivos: Kaby Lake final do ano, Cannonlake no outro, DDR4…).

Eis o nosso primeiro vídeo no youtube! =D

Fala pessoal, tudo certo?

Alguns meses depois de anunciar o canal do Youtube, enfim o primeiro vídeo saiu do forno! É um vídeo sobre isolamento e preparação da placa-mãe para OC Extremo usando a Z97X-SLI que ganhei de prêmio de 3º lugar no HWBOT World Tour como cobaia. Também estou trabalhando em um review dessa placa e em breve devo publicar o mesmo por aqui.🙂

Enfim, segue o vídeo e criticas construtivas são muito bem-vindas afinal de contas esse é o primeiro vídeo que faço e esse feedback ajuda muito na hora de saber onde a gente tem que melhorar pros próximos vídeos.